Esta é a jornada completa de um ciclo do agente, com início, meio e fim. Cada etapa traz a tela onde o evento acontece, a ação esperada do operador e o artefato que sai dela. Use como roteiro nas primeiras execuções.
“Before you disturb the system in any way, watch how it behaves. Listen to the music of the system. Find the leverage points — and there are always leverage points — and apply your effort there.”
Donella Meadows · Thinking in Systems · 2008, p. 171
D.1 · Início · Setup do ciclo (semana 1)
Toda execução começa com a confirmação de que as oito bases oficiais foram atualizadas e que a calibração ativa ainda reflete a tese do Conselho.
agente-det.lovable.app/score
SCORE & CENÁRIOS
Fig. D.1 — Tela /score na entrada do ciclo — pesos default e Top 10 da última calibração.
D.2 · Meio · Diagnóstico, causalidade e cenários (semanas 2–3)
O bloco analítico do ciclo. O operador navega do mapa nacional ao motor causal, propondo arestas, validando com Granger e calibrando cenários alternativos.
agente-det.lovable.app/diagnostico
DIAGNÓSTICO TERRITORIAL
Fig. D.2 — /diagnostico — choropleth nacional com filtros e Top 20 do quartil ativo.
agente-det.lovable.app/causal
MOTOR CAUSAL · DAG + GRANGER
Fig. D.3 — /causal — DAG com aresta proposta em destaque (linha tracejada) e painel Granger.
D.3 · Fim · Decisão, racional e arquivamento (semana 4)
O ciclo termina quando cada um dos 10 municípios recebe (a) classe ICMA sugerida, (b) recomendação tipificada (âncora, piloto, coalizão) e (c) racional textual exportado em PDF com hash embutido.
agente-det.lovable.app/decisao
MAPA DE DECISÃO · TOP 10 + ICMA
Fig. D.4 — /decisao — Top 10 com classe ICMA, banda P5–P95 e recomendação executiva.
“When someone reflects-in-action, he becomes a researcher in the practice context. He is not dependent on the categories of established theory and technique, but constructs a new theory of the unique case.”
Donald Schön · The Reflective Practitioner · 1983, p. 49
Schön descreve exatamente a postura que o operador do agente precisa cultivar: não é executor cego de um manual, mas pesquisador-em-ação, usando o agente como instrumento de reflexão estruturada — e deixando rastro de cada inflexão.