Auditabilidade ESG
O output do agente alimenta arranjos sob frameworks ICMA e responde às exigências regulatórias da CVM. Sem auditabilidade aceitável pelo mercado, o GEN fica restrito a recursos filantrópicos. Com ela, abre-se acesso ao mercado ESG brasileiro (estimado em > R$ 50 bi).
Frameworks ICMA aplicáveis
Quando intervenção inclui componente ambiental.
Aderência direta — 100% das iniciativas-tipo.
Cupom atrelado ao SROI projetado.
Inclusão produtiva em territórios climaticamente vulneráveis.
Resoluções CVM e taxonomia ESG
Ampliou divulgação de governança e diversidade racial/gênero em conselhos de companhias listadas (Anexo 14 do FRE). O agente cruza esses dados com territórios para mapear empresas-âncora.
Tornou obrigatório o reporte IFRS S1/S2 a partir de 2026 para companhias listadas. As recomendações do agente são insumo direto para companhias justificarem alocação ESG.
Em consulta pública. Define categorias elegíveis a tratamento prudencial diferenciado. O Score Consolidado é compatível com critérios típicos de taxonomia social.
Três classes de instrumentos viabilizados
Companhias signatárias do Pacto de Equidade Racial emitem debêntures sociais direcionadas ao Top 10. Universo elegível pré-aprovado reduz custo de estruturação.
Cupom vinculado a KPIs auditáveis. Ex.: cupom-base 100% CDI + 0,5%; se SROI realizado < 2,0× em três anos, cupom sobe para 100% CDI + 1,0%.
Endowment dedicado, com governança alinhada ao Conselho do GEN, cujos rendimentos financiam programas em territórios priorizados pelo agente.
Painel consolidado · 8 indicadores
Base de KPIs auditáveis usada para reporting ICMA (Pilar IV) e SLBP. Reduzido propositalmente de 13 para 8 — todos com fonte primária e frequência declarada.