Metodologia
Análises produzem leitura; infraestruturas decisórias produzem capacidade contínua de alocar recurso sob restrição. O agente do GEN é desenhado como a segunda categoria — desde a curadoria teórica até a integração com frameworks ICMA.
"Rigor sem clareza vira artigo acadêmico. Clareza sem rigor vira marketing. A combinação produz infraestrutura — e infraestrutura é o que move recursos sob escala."
Tradições integradas
Padrões espaciais de acumulação → Gini intra-municipal e razão renda urbana/rural.
Capabilities approach → liberdade substantiva como métrica de desenvolvimento.
Epistemologias do Sul → curadoria de saberes não-hegemônicos como insumo.
Geografia ativa do território → mesorregião como unidade comparativa.
Quatro tradições da inferência causal
9 fases do agente
Disciplina de qualidade por entregável
Cada etapa só avança após gate explícito atendido. Esta disciplina evita que falhas se propaguem e força tratamento de problemas no momento em que aparecem.
Curadoria assinada por todos do Comitê Acadêmico; ≥ 80% dos links DOI verificáveis.
Cobertura ≥ 90% para municípios brasileiros; zero registros em quarentena no fluxo final; checksum validado.
DAG aprovado; identificabilidade verificada para ≥ 80% das relações; passa testes de placebo e sensibilidade.
Variância do score entre cenários ≤ 0,15 para top decis; Monte Carlo n ≥ 10.000; trajetórias coerentes em validação cruzada.
Recomendação validada pelo Conselho; banda de confiança publicada; SROI Top 10 nas faixas de aceitabilidade.
Pós-implantação
Atualização CAGED, BCB SGS, DataSUS; recálculo do score; relatório de mudanças no Top 50.
PNAD; recalibração de premissas dos cenários; reporte de governança (drift, qualidade, recalibrações).
RAIS, INEP, SNIS; revisão estratégica completa; auditoria externa para arranjos ICMA.
Recoleta extraordinária quando: marco regulatório muda; macro sai > 1σ; auditor identifica inconsistência.