Manual do
Agente DET
Tratado conceitual e operacional sobre infraestrutura decisória para alocação de capital filantrópico e socioambiental no Brasil — em 25 capítulos.
O livro está organizado em seis partes mais quatro anexos. As Partes I–IV constroem a base conceitual (fundamentos, tradições teóricas, motor metodológico, mercado de capitais). A Parte V é o manual operacional — um capítulo por tela do app. A Parte VI fecha com governança.
Recomendamos leitura sequencial na primeira vez. Em consultas posteriores, use o sumário lateral para ir direto ao capítulo de interesse — cada um é autocontido o suficiente para leitura isolada.
Como usar este sumário expandido: cada capítulo abaixo declara objetivos de aprendizagem, conceitos-chave, pré-requisitos, tela do app referenciada e a falha acadêmica frequente — o erro recorrente que operadores cometem ao ler em diagonal. Use isso como guia de estudos, não como índice cosmético.
Comece pelo Capítulo 1 →
Por que existe o Agente DETGuia de estudos · capítulo a capítulo
Para cada capítulo: o que você vai saber fazer ao terminar, os termos que precisa dominar, o capítulo anterior recomendado, a tela do app onde a teoria vira prática e o erro que quase todo operador comete na primeira leitura.
Prefácio · Carta ao leitor
Ensaio de abertura. Introduz o leitor não-técnico ao salto da intuição filantrópica para a engenharia causal de impacto, sem fórmulas. Ponte narrativa entre a landing e o tratado técnico que começa no Cap 1.
Parte I · Fundamentos
Estabelece o vocabulário mínimo. Trata alocação filantrópica como problema de governança da incerteza (Hayek, Knight) e introduz a virada conceitual de 'análise pontual' para 'infraestrutura decisória durável'.
- CAP 1
Por que existe o Agente DET
14 pp · 22 minO problema brasileiro de alocação de capital filantrópico sob restrição.
Você vai saber fazer- →Nomear a classe de problema: alocação sob restrição informacional aguda.
- →Distinguir incerteza knightiana de risco mensurável.
- →Identificar os três custos invisíveis da decisão filantrópica atual.
Conceitos-chaveHayek (1945)Knight (1921)evidence-based policyinfraestrutura decisóriaPré-requisitos · telaSem pré-requisito formal. Tela:/diagnosticoFalha acadêmica frequenteTratar alocação como otimização (achar o ótimo dado preferências) em vez de governança de incerteza.Próximo passo · Cap 2 mostra por que o sistema é infraestrutura, não relatório. - CAP 2
Análise vs. Infraestrutura Decisória
12 pp · 18 minA distinção operacional entre leitura pontual e capacidade contínua.
Você vai saber fazer- →Operacionalizar a diferença entre análise pontual e sistema decisório durável.
- →Reconhecer pressupostos não-versionados como dívida técnica.
- →Ler um hash de execução como artefato de infraestrutura.
Conceitos-chavetechnical debt (Sculley et al., 2015)reproducibility (Peng, 2011)hash FNV-1aPré-requisitos · telaLer antes: Cap 1. Tela:/admin/auditoriaFalha acadêmica frequenteConfundir 'rodar de novo a planilha' com calibração — calibração gera hash novo e fica auditável.Próximo passo · Cap 3 abre o pipeline em 9 fases. - CAP 3
Anatomia do Agente em 9 Fases
16 pp · 26 minVisão de pipeline: da curadoria de atores ao mapa de decisão.
Você vai saber fazer- →Descrever as 9 fases (Atores → Dados → Curadoria → DAG → Estimação → Score → Cenários → Decisão → Auditoria).
- →Mapear cada fase a um output canônico e a um gate de avanço.
- →Identificar onde o operador atua e onde o Comitê Acadêmico atua.
Conceitos-chavepipelinegate de avançoScore ConsolidadoΣwᵢ = 1Pré-requisitos · telaLer antes: Cap 1, Cap 2. Tela:/scoreFalha acadêmica frequentePular fases — quem corta a curadoria de atores chega na Estimação com endogeneidade implícita.Próximo passo · Parte II abre cada tradição teórica que sustenta o pipeline.
Parte II · Tradições Teóricas
Quatro tradições — causalidade estrutural (Pearl), causalidade preditiva em painel (Granger/Hsiao), economia institucional (North/Acemoglu/Ostrom) e geografia crítica (Harvey/Sen/Milton Santos) — alimentam, respectivamente, o DAG, a estimação, o componente Prontidão e a leitura intramunicipal.
- CAP 4
DAGs causais e o cálculo do(.)
18 pp · 30 minPearl, identificabilidade, backdoor/frontdoor.
Você vai saber fazer- →Distinguir associação, intervenção (do-operator) e contrafactual.
- →Aplicar critério backdoor para escolher conjunto de ajuste.
- →Reconhecer quando frontdoor é a única alternativa identificável.
Conceitos-chaveDAGdo(X=x)backdoorfrontdooridentificabilidadePré-requisitos · telaLer antes: Cap 3. Tela:/causalFalha acadêmica frequenteAjustar por descendente do tratamento (collider bias) e contaminar o estimador.Próximo passo · Cap 5 leva o DAG ao painel longitudinal. - CAP 5
Granger, Hsiao e dados em painel
16 pp · 26 minDefasagens, heterogeneidade, efeitos fixos.
Você vai saber fazer- →Diferenciar causalidade estrutural (Pearl) de causalidade preditiva (Granger).
- →Aplicar Dumitrescu–Hurlin em painel heterogêneo.
- →Selecionar lag por critério de informação (AIC/BIC).
Conceitos-chaveGranger (1969)Hsiao (2014)within-estimatorDumitrescu–Hurlin (2012)Pré-requisitos · telaLer antes: Cap 4. Tela:/causalFalha acadêmica frequenteReportar Granger como prova de causalidade — é precedência preditiva, não estrutura causal.Próximo passo · Cap 6 traz instituições para dentro do componente Prontidão. - CAP 6
Economia institucional
14 pp · 22 minNorth, Acemoglu, Ostrom e o componente Prontidão.
Você vai saber fazer- →Definir instituições como restrições humanas (North).
- →Diferenciar instituições inclusivas vs. extrativistas (Acemoglu).
- →Mapear os 8 princípios de Ostrom em variáveis observáveis municipais.
Conceitos-chaveNorth (1990)Acemoglu & Robinson (2012)Ostrom (1990)ProntidãoPré-requisitos · telaLer antes: Cap 3. Tela:/scoreFalha acadêmica frequenteReduzir Prontidão a 'há OSC ativa?' — Prontidão é fiscal + transparência + estabilidade + sociedade civil.Próximo passo · Cap 7 fecha o quadro com geografia crítica. - CAP 7
Espaço, capacidade e epistemologias
12 pp · 20 minHarvey, Sen, Milton Santos, Boaventura.
Você vai saber fazer- →Tratar o espaço como produto social, não recipiente neutro.
- →Operacionalizar capabilities (Sen) na composição da Severidade.
- →Justificar leitura intramunicipal por Milton Santos.
Conceitos-chaveHarvey (1996)Sen (1999)Milton Santos (1996)ecologia de saberesPré-requisitos · telaLer antes: Cap 6. Tela:/diagnosticoFalha acadêmica frequenteLer município como unidade homogênea — apaga os recortes intramunicipais que decidem viabilidade.Próximo passo · Parte III consolida a teoria em motor metodológico.
Parte III · Motor Metodológico
É aqui que teoria vira código. A função canônica de Score, os gates não-compensatórios, as bandas de incerteza por Monte Carlo determinístico e o ciclo de calibração com hash são as quatro engrenagens que tornam o agente operável e auditável.
- CAP 8
Score Consolidado · função canônica
18 pp · 30 minw₁·Sev + w₂·Via + w₃·Esc + w₄·Pro.
Você vai saber fazer- →Calcular Score com Σwᵢ = 1 e normalização [0,1].
- →Justificar a forma aditiva sobre formas multiplicativas.
- →Distinguir peso (contínuo) de premissa (discreta, sunset).
Conceitos-chaveSeveridadeViabilidadeEscalaProntidãoKahneman (2011)Pré-requisitos · telaLer antes: Cap 3, Cap 6. Tela:/scoreFalha acadêmica frequenteMexer em 1 peso sem rodar bandas — leitura pontual mascara cruzamentos de quartil.Próximo passo · Cap 9 corta o ranking com gates. - CAP 9
Gates §6.5 — viabilidade e prontidão
10 pp · 16 minFiltros mandatórios e tipo de instrumento.
Você vai saber fazer- →Aplicar Gate 1 (Via ≥ 0,55) e Gate 2 (Pro ≥ 0,40).
- →Reconhecer lógica não-compensatória (Sev alto não compensa Via baixo).
- →Mapear gate → classe ICMA elegível.
Conceitos-chavegate não-compensatórioelegibilidade SLBPveto técnicoPré-requisitos · telaLer antes: Cap 8. Tela:/scoreFalha acadêmica frequenteMover gate para baixo do limiar para 'salvar' município preferido — vira viés de seleção documentado.Próximo passo · Cap 10 traduz incerteza em banda visível. - CAP 10
Banda P5–P95 e Monte Carlo determinístico
12 pp · 20 minLognormal, σ ajustado, leitura executiva.
Você vai saber fazer- →Interpretar P5–P95 como intervalo de robustez, não predição.
- →Configurar seed para reprodutibilidade entre execuções.
- →Comunicar incerteza ao Conselho sem perder decidibilidade.
Conceitos-chaveMonte Carlo determinísticolognormalP5/P50/P95Taleb (2007)Pré-requisitos · telaLer antes: Cap 8. Tela:/score?tab=cenariosFalha acadêmica frequenteReportar apenas a mediana — esconder a banda mata a auditabilidade da incerteza.Próximo passo · Cap 11 governa a mudança entre execuções. - CAP 11
Drift, hash e ciclo de calibração
12 pp · 20 minDiff, decomposição e trigger automático.
Você vai saber fazer- →Decompor drift em causas: dados, pesos, DAG, gates, premissas.
- →Ler PSI (Population Stability Index) para detecção precoce.
- →Operar o ciclo trimestral de calibração com hash novo.
Conceitos-chavedrift logPSIFNV-1a 32-bitMLOpsPré-requisitos · telaLer antes: Cap 2, Cap 8. Tela:/admin/driftFalha acadêmica frequenteAtribuir drift inteiramente a 'dados novos' sem checar mudança de DAG ou de pesos.Próximo passo · Parte IV conecta o motor ao mercado.
Parte IV · Mercado de Capitais
A ponte entre a recomendação metodológica e o capital que vai a campo. Princípios ICMA são o vocabulário compartilhado; CVM 14/2020 e 59/2022 são o piso regulatório local; MROSC, endowments e FIDC-S são os veículos jurídicos que materializam a operação.
- CAP 12
Princípios ICMA · SBP / SLBP / GBP / CBP
18 pp · 30 minQuatro pilares e mapeamento por classe.
Você vai saber fazer- →Distinguir use-of-proceeds (SBP/GBP) de performance-based (SLBP).
- →Aplicar os 4 pilares (uso, processo, gestão, reporte).
- →Selecionar SPO compatível (Sustainalytics, SITAWI, NINT).
Conceitos-chaveICMASBPSLBPGBPCBPSPOPré-requisitos · telaLer antes: Cap 3. Tela:/mercadoFalha acadêmica frequenteRecomendar SLBP em município com Pro < 0,55 — emissor não consegue reportar SPT, dispara step-up.Próximo passo · Cap 13 traz a regulação CVM brasileira. - CAP 13
Regulação CVM 14/2020 e 59/2022
12 pp · 20 minDiversidade FRE, IFRS S1/S2, taxonomia BCB.
Você vai saber fazer- →Ler obrigações de divulgação de diversidade no FRE.
- →Identificar campos IFRS S1/S2 aplicáveis a emissões temáticas.
- →Acompanhar a Taxonomia ESG BCB/CVM em consulta pública.
Conceitos-chaveCVM 14/2020CVM 59/2022IFRS S1/S2Taxonomia ESGPré-requisitos · telaLer antes: Cap 12. Tela:/mercadoFalha acadêmica frequenteTratar S1/S2 como ESG genérico — são frameworks de divulgação financeira com base normativa.Próximo passo · Cap 14 desce ao instrumento jurídico-operacional. - CAP 14
Instrumentos jurídico-financeiros brasileiros
14 pp · 22 minMROSC, endowments, FIDC-S, PPPs.
Você vai saber fazer- →Selecionar veículo (Termo de Colaboração, Fomento ou Cooperação) sob MROSC.
- →Estruturar endowment sob Lei 13.800/2019.
- →Avaliar FIDC-S como securitização socioambiental (Lei 14.430/2022).
Conceitos-chaveMROSCLei 13.800/2019FIDC-SLei 14.430/2022PPPPré-requisitos · telaLer antes: Cap 13. Tela:/decisaoFalha acadêmica frequenteMisturar Termo de Colaboração com Termo de Fomento — origem da iniciativa muda o regime.Próximo passo · Parte V abre o manual operacional do app.
Parte V · Manual Operacional
Um capítulo por tela. Aqui o livro deixa de ser conceitual e vira manual: cada rota é descrita como interface, lógica subjacente, controles, atalhos e armadilhas. Leitura em paralelo com o app aberto.
- CAP 15
Tela /score · pesos, cenários e Top 10
14 pp · 22 minCalibrações, drift log e leitura da banda.
Você vai saber fazer- →Operar sliders de peso.
- →Salvar calibração com hash.
- →Comparar dois cenários lado a lado.
Conceitos-chavesliders w₁..w₄salvar calibraçãocomparar cenáriosPré-requisitos · telaLer antes: Cap 8, Cap 10. Tela:/scoreFalha acadêmica frequenteEditar peso e exportar PDF sem rodar bandas — o PDF assinado fica frágil a auditoria. - CAP 16
Tela /diagnostico · choropleth e quartis
10 pp · 16 minMapa nacional, filtros e outliers.
Você vai saber fazer- →Filtrar por UF e quartil.
- →Identificar clusters contíguos.
- →Exportar lista de outliers.
Conceitos-chavechoroplethquartilcluster ≥5 contíguosPré-requisitos · telaLer antes: Cap 7, Cap 8. Tela:/diagnosticoFalha acadêmica frequenteConfundir cluster cromático com cluster estatístico — quartil é categoria, não significância. - CAP 17
Tela /causal · DAG, Granger e identificabilidade
14 pp · 24 minPropor aresta, rodar Granger, validar.
Você vai saber fazer- →Editar DAG.
- →Rodar Granger heterogêneo.
- →Verificar identificabilidade.
Conceitos-chaveeditor de DAGGrangerbackdoorPré-requisitos · telaLer antes: Cap 4, Cap 5. Tela:/causalFalha acadêmica frequenteAdicionar aresta sem rodar identificabilidade — DAG bonito ≠ DAG estimável. - CAP 18
Tela /decisao · Top 10, classe ICMA e racional
12 pp · 20 minMapa de decisão, exportação e arquivamento.
Você vai saber fazer- →Anotar racional municipal.
- →Atribuir classe ICMA.
- →Exportar PDF executivo com hash.
Conceitos-chaveracionalclassePDF assinado por hashPré-requisitos · telaLer antes: Cap 12, Cap 15. Tela:/decisaoFalha acadêmica frequenteEsquecer população-alvo nominal em SBP — invalida o pilar 1 do framework. - CAP 19
Tela /mercado · atores, frameworks, hubs
12 pp · 20 minFrameworks expandidos e KPIs por classe.
Você vai saber fazer- →Mapear atores brasileiros.
- →Cruzar framework × KPI.
- →Selecionar hub temático.
Conceitos-chaveGIFEComunitasIDIShub temáticoPré-requisitos · telaLer antes: Cap 12. Tela:/mercadoFalha acadêmica frequenteTratar 'hub' como mercado endereçável — hub é estrutura de articulação, não pipeline de capital. - CAP 20
Premissas estratégicas e Drift Log
10 pp · 16 minPremissas versionadas e leitura cronológica.
Você vai saber fazer- →Criar premissa com sunset clause.
- →Ler diff cronológico.
- →Distinguir premissa de peso.
Conceitos-chavepremissa estratégicasunsetdrift logPré-requisitos · telaLer antes: Cap 11. Tela:/admin/premissasFalha acadêmica frequenteCodificar preferência política como peso (contínuo) — deveria ser premissa (discreta, datada). - CAP 21
Glossário interativo
6 pp · 10 minBusca, filtros e referências cruzadas.
Você vai saber fazer- →Buscar verbete.
- →Navegar referências cruzadas.
- →Sugerir novo verbete ao Comitê.
Conceitos-chaveontologia institucionalvocabulário controlado (Hjørland)Pré-requisitos · telaSem pré-requisito formal. Tela:/glossarioFalha acadêmica frequenteUsar termo coloquial em peça executiva — ambiguidade terminológica é custo de transação (Coase). - CAP 22
Operações administrativas e ciclos
10 pp · 16 minLogin, papéis, pipelines, logs.
Você vai saber fazer- →Gerenciar papéis (RBAC).
- →Acompanhar pipelines.
- →Auditar logs de ação.
Conceitos-chaveRBACpipeline mensal/trimestral/anuallog estruturadoPré-requisitos · telaLer antes: Cap 11. Tela:/adminFalha acadêmica frequenteConceder papel 'Admin' a operador para 'destravar tarefa' — escala atrito → vira incidente. - CAP 23
Tela /construtor · Construtor ISP
16 pp · 26 minWizard de seis etapas, score de aderência ANBIMA·B3·CNseg·Febraban, snapshots e promoção a tese.
Você vai saber fazer- →Operar o wizard de seis etapas com auto-save e navegação não-linear.
- →Ler aderência por etapa e aderência consolidada (≥60 para promoção).
- →Gerenciar snapshots manuais e o snapshot automático de promoção.
- →Promover um draft a tese formal em teses_isp e cruzar com /causal e /alocacao.
- →Exportar PDF executivo, Markdown e JSON para anexo em ata.
Conceitos-chavewizard estruturado (Gawande, 2009)score de aderência (Σwᵢ=1)snapshot imutávelcross-link Draft↔TeseCopiloto IA contextualPré-requisitos · telaLer antes: Cap 12, Cap 22. Tela:/construtorFalha acadêmica frequenteTratar o Construtor como editor de texto livre — campos estruturados pesam mais que prosa, e pular a etapa 4 (DD) bloqueia a promoção.Próximo passo · Anexo G mostra o destino institucional: o rito do Comitê sobre a tese promovida.
Parte VI · Governança
Fecha o livro com a arquitetura institucional anti-captura: quatro relógios de cadência, princípio dos quatro olhos, vínculo PDF↔hash, auditoria externa. Governança é propriedade arquitetural, não comitê de fim de linha.
- CAP 24
Cadência operacional
8 pp · 14 minMensal · Trimestral · Anual · Por evento.
Você vai saber fazer- →Operar quatro relógios institucionais.
- →Disparar revisão por evento.
- →Agendar Comitê e Conselho.
Conceitos-chavecadência mensaltrimestral (Comitê)anual (Conselho)by-eventPré-requisitos · telaLer antes: Cap 11. Tela:/admin/cadenciaFalha acadêmica frequenteRecalibrar fora de cadência sem evento qualificador — ruído entra como sinal no drift log. - CAP 25
Hash, arquivamento e auditoria externa
10 pp · 18 minFNV-1a 32-bit, vínculo PDF↔calibração.
Você vai saber fazer- →Gerar hash determinístico.
- →Vincular PDF ao snapshot.
- →Preparar pacote de auditoria SPO.
Conceitos-chaveFNV-1asnapshotSPO externareprodutibilidade computacionalPré-requisitos · telaLer antes: Cap 2, Cap 24. Tela:/admin/auditoriaFalha acadêmica frequenteTratar FNV-1a como hash criptográfico — é hash de identificação, não de segurança. - CAP 26
Conselho, comitê acadêmico e papéis
8 pp · 14 minQuem assina, separação de funções, quórum.
Você vai saber fazer- →Aplicar princípio dos quatro olhos.
- →Operar quórum por tipo de decisão.
- →Mapear separação Conselho × Comitê × Executivo.
Conceitos-chavefour-eyes principleseparação de funçõesquórum qualificadoPré-requisitos · telaLer antes: Cap 24, Cap 25. Tela:/governancaFalha acadêmica frequenteAcumular papéis 'por agilidade' — colapsa a arquitetura anti-captura no primeiro stress test.
Anexos
Material de referência: glossário em ordem alfabética, bibliografia anotada, fichas regulatórias e a jornada do operador no ciclo mensal. Pensado para consulta, não leitura linear.
- CAP A
Glossário expandido
10 pp · 12 minVersão impressa do glossário interativo.
- CAP B
Bibliografia comentada
8 pp · 10 min20 referências essenciais com notas de uso.
- CAP C
Fichas regulatórias
12 pp · 18 minCVM, MROSC, endowments, FIDC-S, IFRS S1/S2.
- CAP D
Jornada do Operador · início, meio e fim
14 pp · 22 minRoteiro completo do ciclo mensal com telas reais e mini-passos.
- CAP E
Índice Remissivo · referências cruzadas
8 pp · 10 minLocalizador alfabético de termos, autores e instrumentos com páginas e ver-também.
- CAP F
Arquitetura institucional de Governança (IBGC + ANBIMA/B3/CNseg/Febraban)
18 pp · 30 minEstrutura organizacional, jurídica, tecnológica e de auditoria · validação cruzada com IBGC e Guia ISP do mercado financeiro.
- CAP G
Manual Operacional do Comitê de Investimentos ISP
14 pp · 22 minSOP do órgão deliberativo: ciclo de vida de teses, modo bloqueante vs. advisory, DD de OSCs, cadência, relatório anual e checklist de aderência ao Guia ISP 2026.
- CAP H
Matriz de Decisão Ajustada a Risco
10 pp · 16 minTradução executiva do Monte Carlo: Gate-3 (SROI P25 ≥ 1,5×), Roteador de Capital por dispersão e Painel de Apetite a Risco para o Conselho.