AGENTE OPERACIONAL·último ciclo: 27/04/2026
INSTITUTO GEN · MANUAL METODOLÓGICO v1.0

Manual do
Agente DET

Tratado conceitual e operacional sobre infraestrutura decisória para alocação de capital filantrópico e socioambiental no Brasil — em 25 capítulos.

Capítulos prontos
35/35
Páginas estimadas
~432
Leitura focada
~12h
Status
v1.0 FINAL · mai/2026
Como ler este livro

O livro está organizado em seis partes mais quatro anexos. As Partes I–IV constroem a base conceitual (fundamentos, tradições teóricas, motor metodológico, mercado de capitais). A Parte V é o manual operacional — um capítulo por tela do app. A Parte VI fecha com governança.

Recomendamos leitura sequencial na primeira vez. Em consultas posteriores, use o sumário lateral para ir direto ao capítulo de interesse — cada um é autocontido o suficiente para leitura isolada.

Como usar este sumário expandido: cada capítulo abaixo declara objetivos de aprendizagem, conceitos-chave, pré-requisitos, tela do app referenciada e a falha acadêmica frequente — o erro recorrente que operadores cometem ao ler em diagonal. Use isso como guia de estudos, não como índice cosmético.

Comece pelo Capítulo 1 →

Por que existe o Agente DET
Sumário expandido

Guia de estudos · capítulo a capítulo

Para cada capítulo: o que você vai saber fazer ao terminar, os termos que precisa dominar, o capítulo anterior recomendado, a tela do app onde a teoria vira prática e o erro que quase todo operador comete na primeira leitura.

Prefácio · Carta ao leitor

1 caps · 10 pp · ~18 min

Ensaio de abertura. Introduz o leitor não-técnico ao salto da intuição filantrópica para a engenharia causal de impacto, sem fórmulas. Ponte narrativa entre a landing e o tratado técnico que começa no Cap 1.

Pergunta orientadora · Por que confiar a alocação de capital social a uma máquina — e o que ela faz de diferente do palpite humano bem-intencionado?
  1. CAP

    A arquitetura causal da decisão

    10 pp · 18 min

    Da intuição filantrópica à ciência do impacto · ensaio de abertura.

    Você vai saber fazer
    • Reconhecer por que ranking sem causalidade é palpite com casas decimais.
    • Distinguir correlação de causalidade pelo exemplo da chuva e do guarda-chuva.
    • Entender por que Severidade alta sem Viabilidade vira capital evaporado.
    Conceitos-chave
    DAG (Pearl)teste de placebointerseccionalidade (Crenshaw)SROI ≥ 1,5×CLPI
    Pré-requisitos · tela
    Sem pré-requisito formal. Tela: /
    Falha acadêmica frequente
    Ler o prefácio como manifesto de marketing — é, na verdade, o contrato epistêmico que o agente assina com o conselho.
    Próximo passo · Cap 1 abre o problema técnico: alocação sob restrição informacional aguda.

Parte I · Fundamentos

3 caps · 42 pp · ~66 min

Estabelece o vocabulário mínimo. Trata alocação filantrópica como problema de governança da incerteza (Hayek, Knight) e introduz a virada conceitual de 'análise pontual' para 'infraestrutura decisória durável'.

Pergunta orientadora · Por que ranking sem processo é palpite com casas decimais — e o que muda quando se constrói infraestrutura em vez de relatório?
  1. CAP 1

    Por que existe o Agente DET

    14 pp · 22 min

    O problema brasileiro de alocação de capital filantrópico sob restrição.

    Você vai saber fazer
    • Nomear a classe de problema: alocação sob restrição informacional aguda.
    • Distinguir incerteza knightiana de risco mensurável.
    • Identificar os três custos invisíveis da decisão filantrópica atual.
    Conceitos-chave
    Hayek (1945)Knight (1921)evidence-based policyinfraestrutura decisória
    Pré-requisitos · tela
    Sem pré-requisito formal. Tela: /diagnostico
    Falha acadêmica frequente
    Tratar alocação como otimização (achar o ótimo dado preferências) em vez de governança de incerteza.
    Próximo passo · Cap 2 mostra por que o sistema é infraestrutura, não relatório.
  2. CAP 2

    Análise vs. Infraestrutura Decisória

    12 pp · 18 min

    A distinção operacional entre leitura pontual e capacidade contínua.

    Você vai saber fazer
    • Operacionalizar a diferença entre análise pontual e sistema decisório durável.
    • Reconhecer pressupostos não-versionados como dívida técnica.
    • Ler um hash de execução como artefato de infraestrutura.
    Conceitos-chave
    technical debt (Sculley et al., 2015)reproducibility (Peng, 2011)hash FNV-1a
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 1. Tela: /admin/auditoria
    Falha acadêmica frequente
    Confundir 'rodar de novo a planilha' com calibração — calibração gera hash novo e fica auditável.
    Próximo passo · Cap 3 abre o pipeline em 9 fases.
  3. CAP 3

    Anatomia do Agente em 9 Fases

    16 pp · 26 min

    Visão de pipeline: da curadoria de atores ao mapa de decisão.

    Você vai saber fazer
    • Descrever as 9 fases (Atores → Dados → Curadoria → DAG → Estimação → Score → Cenários → Decisão → Auditoria).
    • Mapear cada fase a um output canônico e a um gate de avanço.
    • Identificar onde o operador atua e onde o Comitê Acadêmico atua.
    Conceitos-chave
    pipelinegate de avançoScore ConsolidadoΣwᵢ = 1
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 1, Cap 2. Tela: /score
    Falha acadêmica frequente
    Pular fases — quem corta a curadoria de atores chega na Estimação com endogeneidade implícita.
    Próximo passo · Parte II abre cada tradição teórica que sustenta o pipeline.

Parte II · Tradições Teóricas

4 caps · 60 pp · ~98 min

Quatro tradições — causalidade estrutural (Pearl), causalidade preditiva em painel (Granger/Hsiao), economia institucional (North/Acemoglu/Ostrom) e geografia crítica (Harvey/Sen/Milton Santos) — alimentam, respectivamente, o DAG, a estimação, o componente Prontidão e a leitura intramunicipal.

Pergunta orientadora · De onde vem a autoridade epistêmica de cada componente do Score? E como traduzir teoria em parâmetro auditável?
  1. CAP 4

    DAGs causais e o cálculo do(.)

    18 pp · 30 min

    Pearl, identificabilidade, backdoor/frontdoor.

    Você vai saber fazer
    • Distinguir associação, intervenção (do-operator) e contrafactual.
    • Aplicar critério backdoor para escolher conjunto de ajuste.
    • Reconhecer quando frontdoor é a única alternativa identificável.
    Conceitos-chave
    DAGdo(X=x)backdoorfrontdooridentificabilidade
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 3. Tela: /causal
    Falha acadêmica frequente
    Ajustar por descendente do tratamento (collider bias) e contaminar o estimador.
    Próximo passo · Cap 5 leva o DAG ao painel longitudinal.
  2. CAP 5

    Granger, Hsiao e dados em painel

    16 pp · 26 min

    Defasagens, heterogeneidade, efeitos fixos.

    Você vai saber fazer
    • Diferenciar causalidade estrutural (Pearl) de causalidade preditiva (Granger).
    • Aplicar Dumitrescu–Hurlin em painel heterogêneo.
    • Selecionar lag por critério de informação (AIC/BIC).
    Conceitos-chave
    Granger (1969)Hsiao (2014)within-estimatorDumitrescu–Hurlin (2012)
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 4. Tela: /causal
    Falha acadêmica frequente
    Reportar Granger como prova de causalidade — é precedência preditiva, não estrutura causal.
    Próximo passo · Cap 6 traz instituições para dentro do componente Prontidão.
  3. CAP 6

    Economia institucional

    14 pp · 22 min

    North, Acemoglu, Ostrom e o componente Prontidão.

    Você vai saber fazer
    • Definir instituições como restrições humanas (North).
    • Diferenciar instituições inclusivas vs. extrativistas (Acemoglu).
    • Mapear os 8 princípios de Ostrom em variáveis observáveis municipais.
    Conceitos-chave
    North (1990)Acemoglu & Robinson (2012)Ostrom (1990)Prontidão
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 3. Tela: /score
    Falha acadêmica frequente
    Reduzir Prontidão a 'há OSC ativa?' — Prontidão é fiscal + transparência + estabilidade + sociedade civil.
    Próximo passo · Cap 7 fecha o quadro com geografia crítica.
  4. CAP 7

    Espaço, capacidade e epistemologias

    12 pp · 20 min

    Harvey, Sen, Milton Santos, Boaventura.

    Você vai saber fazer
    • Tratar o espaço como produto social, não recipiente neutro.
    • Operacionalizar capabilities (Sen) na composição da Severidade.
    • Justificar leitura intramunicipal por Milton Santos.
    Conceitos-chave
    Harvey (1996)Sen (1999)Milton Santos (1996)ecologia de saberes
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 6. Tela: /diagnostico
    Falha acadêmica frequente
    Ler município como unidade homogênea — apaga os recortes intramunicipais que decidem viabilidade.
    Próximo passo · Parte III consolida a teoria em motor metodológico.

Parte III · Motor Metodológico

4 caps · 52 pp · ~86 min

É aqui que teoria vira código. A função canônica de Score, os gates não-compensatórios, as bandas de incerteza por Monte Carlo determinístico e o ciclo de calibração com hash são as quatro engrenagens que tornam o agente operável e auditável.

Pergunta orientadora · Como transformar pressupostos contestáveis em parâmetros versionados, sem esconder a normatividade nem fingir neutralidade técnica?
  1. CAP 8

    Score Consolidado · função canônica

    18 pp · 30 min

    w₁·Sev + w₂·Via + w₃·Esc + w₄·Pro.

    Você vai saber fazer
    • Calcular Score com Σwᵢ = 1 e normalização [0,1].
    • Justificar a forma aditiva sobre formas multiplicativas.
    • Distinguir peso (contínuo) de premissa (discreta, sunset).
    Conceitos-chave
    SeveridadeViabilidadeEscalaProntidãoKahneman (2011)
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 3, Cap 6. Tela: /score
    Falha acadêmica frequente
    Mexer em 1 peso sem rodar bandas — leitura pontual mascara cruzamentos de quartil.
    Próximo passo · Cap 9 corta o ranking com gates.
  2. CAP 9

    Gates §6.5 — viabilidade e prontidão

    10 pp · 16 min

    Filtros mandatórios e tipo de instrumento.

    Você vai saber fazer
    • Aplicar Gate 1 (Via ≥ 0,55) e Gate 2 (Pro ≥ 0,40).
    • Reconhecer lógica não-compensatória (Sev alto não compensa Via baixo).
    • Mapear gate → classe ICMA elegível.
    Conceitos-chave
    gate não-compensatórioelegibilidade SLBPveto técnico
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 8. Tela: /score
    Falha acadêmica frequente
    Mover gate para baixo do limiar para 'salvar' município preferido — vira viés de seleção documentado.
    Próximo passo · Cap 10 traduz incerteza em banda visível.
  3. CAP 10

    Banda P5–P95 e Monte Carlo determinístico

    12 pp · 20 min

    Lognormal, σ ajustado, leitura executiva.

    Você vai saber fazer
    • Interpretar P5–P95 como intervalo de robustez, não predição.
    • Configurar seed para reprodutibilidade entre execuções.
    • Comunicar incerteza ao Conselho sem perder decidibilidade.
    Conceitos-chave
    Monte Carlo determinísticolognormalP5/P50/P95Taleb (2007)
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 8. Tela: /score?tab=cenarios
    Falha acadêmica frequente
    Reportar apenas a mediana — esconder a banda mata a auditabilidade da incerteza.
    Próximo passo · Cap 11 governa a mudança entre execuções.
  4. CAP 11

    Drift, hash e ciclo de calibração

    12 pp · 20 min

    Diff, decomposição e trigger automático.

    Você vai saber fazer
    • Decompor drift em causas: dados, pesos, DAG, gates, premissas.
    • Ler PSI (Population Stability Index) para detecção precoce.
    • Operar o ciclo trimestral de calibração com hash novo.
    Conceitos-chave
    drift logPSIFNV-1a 32-bitMLOps
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 2, Cap 8. Tela: /admin/drift
    Falha acadêmica frequente
    Atribuir drift inteiramente a 'dados novos' sem checar mudança de DAG ou de pesos.
    Próximo passo · Parte IV conecta o motor ao mercado.

Parte IV · Mercado de Capitais

3 caps · 44 pp · ~72 min

A ponte entre a recomendação metodológica e o capital que vai a campo. Princípios ICMA são o vocabulário compartilhado; CVM 14/2020 e 59/2022 são o piso regulatório local; MROSC, endowments e FIDC-S são os veículos jurídicos que materializam a operação.

Pergunta orientadora · Qual classe de instrumento (SBP, SLBP, GBP, CBP) é compatível com o município recomendado — e por quê confundir SBP com SLBP custa caro?
  1. CAP 12

    Princípios ICMA · SBP / SLBP / GBP / CBP

    18 pp · 30 min

    Quatro pilares e mapeamento por classe.

    Você vai saber fazer
    • Distinguir use-of-proceeds (SBP/GBP) de performance-based (SLBP).
    • Aplicar os 4 pilares (uso, processo, gestão, reporte).
    • Selecionar SPO compatível (Sustainalytics, SITAWI, NINT).
    Conceitos-chave
    ICMASBPSLBPGBPCBPSPO
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 3. Tela: /mercado
    Falha acadêmica frequente
    Recomendar SLBP em município com Pro < 0,55 — emissor não consegue reportar SPT, dispara step-up.
    Próximo passo · Cap 13 traz a regulação CVM brasileira.
  2. CAP 13

    Regulação CVM 14/2020 e 59/2022

    12 pp · 20 min

    Diversidade FRE, IFRS S1/S2, taxonomia BCB.

    Você vai saber fazer
    • Ler obrigações de divulgação de diversidade no FRE.
    • Identificar campos IFRS S1/S2 aplicáveis a emissões temáticas.
    • Acompanhar a Taxonomia ESG BCB/CVM em consulta pública.
    Conceitos-chave
    CVM 14/2020CVM 59/2022IFRS S1/S2Taxonomia ESG
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 12. Tela: /mercado
    Falha acadêmica frequente
    Tratar S1/S2 como ESG genérico — são frameworks de divulgação financeira com base normativa.
    Próximo passo · Cap 14 desce ao instrumento jurídico-operacional.
  3. CAP 14

    Instrumentos jurídico-financeiros brasileiros

    14 pp · 22 min

    MROSC, endowments, FIDC-S, PPPs.

    Você vai saber fazer
    • Selecionar veículo (Termo de Colaboração, Fomento ou Cooperação) sob MROSC.
    • Estruturar endowment sob Lei 13.800/2019.
    • Avaliar FIDC-S como securitização socioambiental (Lei 14.430/2022).
    Conceitos-chave
    MROSCLei 13.800/2019FIDC-SLei 14.430/2022PPP
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 13. Tela: /decisao
    Falha acadêmica frequente
    Misturar Termo de Colaboração com Termo de Fomento — origem da iniciativa muda o regime.
    Próximo passo · Parte V abre o manual operacional do app.

Parte V · Manual Operacional

9 caps · 104 pp · ~170 min

Um capítulo por tela. Aqui o livro deixa de ser conceitual e vira manual: cada rota é descrita como interface, lógica subjacente, controles, atalhos e armadilhas. Leitura em paralelo com o app aberto.

Pergunta orientadora · O que cada tela do agente faz, o que ela não faz, e o que muda no banco de dados quando você clica?
  1. CAP 15

    Tela /score · pesos, cenários e Top 10

    14 pp · 22 min

    Calibrações, drift log e leitura da banda.

    Você vai saber fazer
    • Operar sliders de peso.
    • Salvar calibração com hash.
    • Comparar dois cenários lado a lado.
    Conceitos-chave
    sliders w₁..w₄salvar calibraçãocomparar cenários
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 8, Cap 10. Tela: /score
    Falha acadêmica frequente
    Editar peso e exportar PDF sem rodar bandas — o PDF assinado fica frágil a auditoria.
  2. CAP 16

    Tela /diagnostico · choropleth e quartis

    10 pp · 16 min

    Mapa nacional, filtros e outliers.

    Você vai saber fazer
    • Filtrar por UF e quartil.
    • Identificar clusters contíguos.
    • Exportar lista de outliers.
    Conceitos-chave
    choroplethquartilcluster ≥5 contíguos
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 7, Cap 8. Tela: /diagnostico
    Falha acadêmica frequente
    Confundir cluster cromático com cluster estatístico — quartil é categoria, não significância.
  3. CAP 17

    Tela /causal · DAG, Granger e identificabilidade

    14 pp · 24 min

    Propor aresta, rodar Granger, validar.

    Você vai saber fazer
    • Editar DAG.
    • Rodar Granger heterogêneo.
    • Verificar identificabilidade.
    Conceitos-chave
    editor de DAGGrangerbackdoor
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 4, Cap 5. Tela: /causal
    Falha acadêmica frequente
    Adicionar aresta sem rodar identificabilidade — DAG bonito ≠ DAG estimável.
  4. CAP 18

    Tela /decisao · Top 10, classe ICMA e racional

    12 pp · 20 min

    Mapa de decisão, exportação e arquivamento.

    Você vai saber fazer
    • Anotar racional municipal.
    • Atribuir classe ICMA.
    • Exportar PDF executivo com hash.
    Conceitos-chave
    racionalclassePDF assinado por hash
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 12, Cap 15. Tela: /decisao
    Falha acadêmica frequente
    Esquecer população-alvo nominal em SBP — invalida o pilar 1 do framework.
  5. CAP 19

    Tela /mercado · atores, frameworks, hubs

    12 pp · 20 min

    Frameworks expandidos e KPIs por classe.

    Você vai saber fazer
    • Mapear atores brasileiros.
    • Cruzar framework × KPI.
    • Selecionar hub temático.
    Conceitos-chave
    GIFEComunitasIDIShub temático
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 12. Tela: /mercado
    Falha acadêmica frequente
    Tratar 'hub' como mercado endereçável — hub é estrutura de articulação, não pipeline de capital.
  6. CAP 20

    Premissas estratégicas e Drift Log

    10 pp · 16 min

    Premissas versionadas e leitura cronológica.

    Você vai saber fazer
    • Criar premissa com sunset clause.
    • Ler diff cronológico.
    • Distinguir premissa de peso.
    Conceitos-chave
    premissa estratégicasunsetdrift log
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 11. Tela: /admin/premissas
    Falha acadêmica frequente
    Codificar preferência política como peso (contínuo) — deveria ser premissa (discreta, datada).
  7. CAP 21

    Glossário interativo

    6 pp · 10 min

    Busca, filtros e referências cruzadas.

    Você vai saber fazer
    • Buscar verbete.
    • Navegar referências cruzadas.
    • Sugerir novo verbete ao Comitê.
    Conceitos-chave
    ontologia institucionalvocabulário controlado (Hjørland)
    Pré-requisitos · tela
    Sem pré-requisito formal. Tela: /glossario
    Falha acadêmica frequente
    Usar termo coloquial em peça executiva — ambiguidade terminológica é custo de transação (Coase).
  8. CAP 22

    Operações administrativas e ciclos

    10 pp · 16 min

    Login, papéis, pipelines, logs.

    Você vai saber fazer
    • Gerenciar papéis (RBAC).
    • Acompanhar pipelines.
    • Auditar logs de ação.
    Conceitos-chave
    RBACpipeline mensal/trimestral/anuallog estruturado
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 11. Tela: /admin
    Falha acadêmica frequente
    Conceder papel 'Admin' a operador para 'destravar tarefa' — escala atrito → vira incidente.
  9. CAP 23

    Tela /construtor · Construtor ISP

    16 pp · 26 min

    Wizard de seis etapas, score de aderência ANBIMA·B3·CNseg·Febraban, snapshots e promoção a tese.

    Você vai saber fazer
    • Operar o wizard de seis etapas com auto-save e navegação não-linear.
    • Ler aderência por etapa e aderência consolidada (≥60 para promoção).
    • Gerenciar snapshots manuais e o snapshot automático de promoção.
    • Promover um draft a tese formal em teses_isp e cruzar com /causal e /alocacao.
    • Exportar PDF executivo, Markdown e JSON para anexo em ata.
    Conceitos-chave
    wizard estruturado (Gawande, 2009)score de aderência (Σwᵢ=1)snapshot imutávelcross-link Draft↔TeseCopiloto IA contextual
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 12, Cap 22. Tela: /construtor
    Falha acadêmica frequente
    Tratar o Construtor como editor de texto livre — campos estruturados pesam mais que prosa, e pular a etapa 4 (DD) bloqueia a promoção.
    Próximo passo · Anexo G mostra o destino institucional: o rito do Comitê sobre a tese promovida.

Parte VI · Governança

3 caps · 26 pp · ~46 min

Fecha o livro com a arquitetura institucional anti-captura: quatro relógios de cadência, princípio dos quatro olhos, vínculo PDF↔hash, auditoria externa. Governança é propriedade arquitetural, não comitê de fim de linha.

Pergunta orientadora · Quem assina o quê, com qual quórum, quando, e como o sistema impede que uma decisão urgente colapse a separação de funções?
  1. CAP 24

    Cadência operacional

    8 pp · 14 min

    Mensal · Trimestral · Anual · Por evento.

    Você vai saber fazer
    • Operar quatro relógios institucionais.
    • Disparar revisão por evento.
    • Agendar Comitê e Conselho.
    Conceitos-chave
    cadência mensaltrimestral (Comitê)anual (Conselho)by-event
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 11. Tela: /admin/cadencia
    Falha acadêmica frequente
    Recalibrar fora de cadência sem evento qualificador — ruído entra como sinal no drift log.
  2. CAP 25

    Hash, arquivamento e auditoria externa

    10 pp · 18 min

    FNV-1a 32-bit, vínculo PDF↔calibração.

    Você vai saber fazer
    • Gerar hash determinístico.
    • Vincular PDF ao snapshot.
    • Preparar pacote de auditoria SPO.
    Conceitos-chave
    FNV-1asnapshotSPO externareprodutibilidade computacional
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 2, Cap 24. Tela: /admin/auditoria
    Falha acadêmica frequente
    Tratar FNV-1a como hash criptográfico — é hash de identificação, não de segurança.
  3. CAP 26

    Conselho, comitê acadêmico e papéis

    8 pp · 14 min

    Quem assina, separação de funções, quórum.

    Você vai saber fazer
    • Aplicar princípio dos quatro olhos.
    • Operar quórum por tipo de decisão.
    • Mapear separação Conselho × Comitê × Executivo.
    Conceitos-chave
    four-eyes principleseparação de funçõesquórum qualificado
    Pré-requisitos · tela
    Ler antes: Cap 24, Cap 25. Tela: /governanca
    Falha acadêmica frequente
    Acumular papéis 'por agilidade' — colapsa a arquitetura anti-captura no primeiro stress test.

Anexos

8 caps · 94 pp · ~140 min

Material de referência: glossário em ordem alfabética, bibliografia anotada, fichas regulatórias e a jornada do operador no ciclo mensal. Pensado para consulta, não leitura linear.

  1. CAP A

    Glossário expandido

    10 pp · 12 min

    Versão impressa do glossário interativo.

  2. CAP B

    Bibliografia comentada

    8 pp · 10 min

    20 referências essenciais com notas de uso.

  3. CAP C

    Fichas regulatórias

    12 pp · 18 min

    CVM, MROSC, endowments, FIDC-S, IFRS S1/S2.

  4. CAP D

    Jornada do Operador · início, meio e fim

    14 pp · 22 min

    Roteiro completo do ciclo mensal com telas reais e mini-passos.

  5. CAP E

    Índice Remissivo · referências cruzadas

    8 pp · 10 min

    Localizador alfabético de termos, autores e instrumentos com páginas e ver-também.

  6. CAP F

    Arquitetura institucional de Governança (IBGC + ANBIMA/B3/CNseg/Febraban)

    18 pp · 30 min

    Estrutura organizacional, jurídica, tecnológica e de auditoria · validação cruzada com IBGC e Guia ISP do mercado financeiro.

  7. CAP G

    Manual Operacional do Comitê de Investimentos ISP

    14 pp · 22 min

    SOP do órgão deliberativo: ciclo de vida de teses, modo bloqueante vs. advisory, DD de OSCs, cadência, relatório anual e checklist de aderência ao Guia ISP 2026.

  8. CAP H

    Matriz de Decisão Ajustada a Risco

    10 pp · 16 min

    Tradução executiva do Monte Carlo: Gate-3 (SROI P25 ≥ 1,5×), Roteador de Capital por dispersão e Painel de Apetite a Risco para o Conselho.